sábado, 12 de setembro de 2009

Metamorfose

"A lagarta virou um casulo. O casulo isolou-se do mundo; apesar de estar isolado do mundo, ele se desenvolveu, cresceu. Esse processo de "fechamento" foi muito útil para que ele descobrisse mais sobre si, sobre seus sentimentos, sobre a vida e suas particularidades; isso é necessário pra que a borboleta possa 'brotar' de dentro do casulo e ganhar vida (o mundo)."
Há frases no texto acima que não pertencem a ele, mas estão ali mesmo assim, pois falam de mim. É mais ou menos essa a relação entre uma pessoa antes e depois da meditação. Alguns podem achar essa metáfora uma viagem, ou homossexual, mas não me importo.
A lagarta é o homem (aqui representando todos os seres humanos) perdido em seu ego, em trevas que não o deixam enxergam além de um palmo na sua frente. Quando essa pessoa começa a meditar, ela começa a encontrar o seu "eu" interior, isto é, quem ela realmente é. Esse processo é longo e têm vários nomes quando o objetivo final é alcançado. Uns chamam de Satori e outros de Nirvana, mas, no fim, tudo é a muito parecido, se não for igual. Não sei muito sobre isso, mas me interessa muito meditação e o objetivo final da "viagem" pela mente, que é a Iluminação pura e simples. É descobrir mais sobre nós mesmos e, a partir desse conhecimento e do despertar do "eu" interior, sermos que realmente somos, sem "o escuro" do inconsciente.
Quando o "eu" interior se revela pras pessoas, elas "viram" borboletas, segundo essa metáfora criada por mim, e ganham vida e/ou o mundo. Nesse momento, as pessoas são elas mesmas, definitivamente; essa é uma condição muito difícil de se atingir.
Isso é o que eu procuro, acordar "eu" pra vida!!!

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