domingo, 31 de agosto de 2008

Complete:

Como é bom ... amor
... beijar
O momento curtir
Ver ... sorrir
O complemento do poema
É seu tema!

hahahahahahahahahaahaha

Esporte Atrasado

Fim de mais uma Olímpiadas. Novos recordes, novos medalhistas, velhos rostos, mesmas potências brigando pelo título. Título de melhor país no geral. Tem os prós e contras. Pro Brasil é sempre a mesma coisa, classificação mediana, reiterados pedidos, mais patrocínio, apoio, investimento e visibilidade; que serão esquecidos mês que vem, dando lugar pra novelas, violência e outros assuntos na mídia.
Aos vencedores, medalha de ouro, brasileiros, um descanso, aos outros,volta à velha e dura rotina. Acho que o nosso país deve investir muito mais no esporte, primeiro porque vai tirar crianças das ruas, criminalidade e drogas. Segundo, porque vai que o Zé, que mora lá na favela, jogado no meio do morro, com esgoto a céu aberto, encontra no esporte, qualquer que seja, aquilo que ele gosta, sabe fazer melhor; provendo o seu sustento e o da família. Terceiro, e talvez o mais importante, esporte faz bem pra saúde.

domingo, 24 de agosto de 2008

Xangai

Que manhã bela
Mesmo nublado
O sol tá bom
Quero curtir o dia com ela
Uma prainha bem baxado
Cevas pra dá o tom
Transformar em poesia o dia
Qualquer coisa poetizar
Viver na simplicidade
Com alegria
Amar viver e viver pra amar
Em busca da felicidade

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Imagine

Tenho um sonho utópico, nem preciso falar sobre ele, a letra da música abaixo fala por mim:

John Lennon - Imagine

Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky

Imagine all the people
Living for today

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too

Imagine all the people
Living life in peace

You may say, I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A Brotherhood of man

Imagine all the people
Sharing all the world

You may say, I'm a dreamer
But I'm not only one
I hope some day you'll join us
And the world will be as one

sábado, 16 de agosto de 2008

Desabafo de um louco

Estou entre uns poucos
Que são conscientes;
Estamos jogados
Num covil de loucos,
No meio de inconsequentes
E alienados;
Vivendo nessa futilidade,
Vida de cinema;
Enquanto roubam
Nossa personalidade;
Esse é o sistema
Assim,sua voz, calam

Essas linhas trazem alento
À minha alma pertubada;
Sou filho do Vento,
Pessoa que não fica parada;
Que quer mudar essa sociedade,
Problemas solucionar
De verdade
Um país mais justo criar

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Reticências

Lá leões lêem livros
Cães comem cobras
Ratos rebentam rindo
Amor acontece ao anoitecer
Seres selvagens, sexo
Extravasando esporros
Gritos, gente, gente, gente
Lucidez louca, loucura lúcida
Antítese ante abstração
Feitas frases...Fim!!!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Se...

Se fosse presidente desse país, não ia durar muito tempo no cargo, visto que tenho vontade de mudar as coisas e ia ser impossível. Iria fechar o congresso e instaurar uma ditadura.
Minhas primeiras medidas seriam fazer downsizing em todos os poderes, diminuindo o número de pessoas "trabalhando", sangue-sugas que não fazem porra nenhuma e ganham bem; diminuiria o número de membros do congresso, pois há estados que não precisam mais de um deputado e/ou senador; mudaria a economia, socializando alguns serviços e planejando a economia, conforme as necessidades de cada região, mas mantendo a economia de mercado; mudaria as leis penais, acabando com a impunidade parlamentar - sei que não é o termo certo, mas é isso que acontece, já que roubam nossa grana e continuam livres - tornando mais rígido o sistema penal, com pena de morte em certos casos; diminuiria os sálarios de juízes e outros cargos do alto escalão, diminuindo o gasto público; com a diminuição dos gastos governamentais, seria possível diminuir os impostos, que alías, sofreriam uma reforma na forma como são cobrados, passando a favorecer os mais necessitados. Com mais dinheiro em caixa e menos gastos, seria possível melhorar a educação, saúde, segurança pública, acabar, ou pelo menos diminuir, com a dívida interna e externa. Sobre segurança pública, as drogas seriam legalizadas, todas, mas com altas taxas de imposto, sendo todas, de boa qualidade, vendidas pelo governo e o dinheiro arrecadado utilizado pra tratar quem deseja largar do vício. Após essas medidas serem feitas, o congresso seria reaberto, não haveria censura ou repressão, mas a ordem seria mantida, mesmo que necessário usar a força.
Teria muito mais coisas a serem feitas, mas que agora não me vem na cabeça, mas mesmo que viessem, não seria possível realizá-las, visto que para isso, precisaria contar com o apoio do exército, e se eu tomasse o poder através das armas, não seria presidente nunca hahahahahahahaha.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Ras-Tafarah & Gaya - Parte III

Essas pessoas, compostas por 2 mulheres e 3 homens, o observaram por cerca de 4 meses. No início do mês de julho o abordaram oferecendo um cargo na diretoria dessa empresa, além de um bom dinheiro. Ele, vendo uma chance de crescer na vida e se vingar de seu pai, aceitou a proposta, com a condição de que começasse a trabalhar imediatamente. A pessoa que o abordou esperava que ele pedisse o dinheiro, mas aceitou numa boa. O trabalho de espião de Ras-Tafarah consistia em se reaproximar e seu pai e ajudá-lo no serviço; observar tudo e relatar sobre qualquer novo produto ou serviço. Ele expôs seu plano à Gaya, que o apoiou.
No outro dia ele procurou seu pai pedindo desculpa, dizendo que continuava com ela, mas que não queria mais continuar naquela situação e que queria trabalhar com ele. O pai de Ras-Tafarah aceitou, meio desconfiado, e avisou seus colegas sobre seu filho, que trabalharia meio turno ali e meio turno na concorrente. Ras-Tafarah observava tudo nos seus dois empregos. Após um mês, ele contou toda a verdade ao seu pai, bem como inventou informações aos idealizadores daquele plano. Também conou detalhadamente um novo serviço. Já esperando problemas, ele usou o dinheiro que ganhou pra construir uma nova vida em outro país com sua amada.
Seu pai não o perdoou, ainda, mas tanto ele quanto sua esposa, como Ras-Tafarah e Gaya, sabem que isso é questão de tempo.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Ras-Tafarah & Gaya - Parte II

Gaya e Ras-Tafarah não moram juntos, mesmo namorando há 3 anos, pois se consideram muito jovens para dar um passo tão importante. Além das dificuldades financeiras, já que os dois ganhavam pouco, ainda teriam que enfrentar os problemas gerados pela rotina, ciúmes e outros.
Os dois possuem muitos sonhos, alguns parecidos e outros muito diferentes. Eles pretendem fazer faculdade, ela de Assistência Social e ele de Biologia, ele quer pesquisar novas espécies e ela, apesar da situação financeira, quer ajudar os necessitados, onde eles estiverem. Eles desejam viajar, ele pra alguma selva tropical, na África ou América do Sul; e ela para onde há pobreza, principalmente para África ou outros países da Ásia. Ela ainda deseja fazer um tratamento psiquiátrico para superar a perda da mãe e o abandono do pai.
A realidade de ambos começou a mudar em um certo dia de fevereiro de 2006. Era um dia ensolarado e os 2 aproveitaram para passear. Durante o passeio, Ras-Tafarah teve a impressão, e estava certo, de ser observado. Como ele descobriria mais tarde, uma multinacional, concorrente da empresa onde seu pai trabalhava, sabia da relação conflituosa entre pai e filho e queria que Ras-Tafarah sabotasse seu pai. Para conseguir tal feito, essa empresa não mediria esforços, valendo-se de dinheiro e/ou a sensualidade de belas mulheres. No momento do passeio, a empresa havia enviado 5 pessoas que o observariam até descobrir o suficiente para abordá-lo e fazer a proposta para que ele se torne um espião industrial.

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Ras-Tafarah & Gaya - Parte I

Deitado em sua cama, estava ele pensando em sua namorada. Seu nome é Ras-Tafarah, possui 21 anos, sua pele indígena contrasta com os cabelos loiros, tingidos e recém cortados, dando mais vigor ao seu corpo magro, mas musculoso; tem os olhos castanhos escuros e mede 1,78m.
Sua nacionalidade é jamaicana, mas seus pais são de tribos da Amazônia e Cordilheira dos Andes. A miscigenação dele se completa com o choque de sua cultura com a indiana, uma vez que vive em um gueto de Calcutá. Sua vida é muito difícil, porque havia saído de casa em 2003, 3 anos atrás, por causa de um amor proíbido.
Seu pai é um dos principais executivos de uma grande transnacional do setor de T.I. Sua mãe é formada em Sociologia e Antropologia, estava estudando as crenças indianas. Eles nunca gostaram de Gaya, namorada de Ras-Tafarah, porque viam nela um interesse maior nas riquezas da família do que em seu filho.
Gaya é uma francesinha de 19 anos, filha de mãe norueguesa e pai italiano; sua mãe faleceu quando ela tinha 6 anos e 2 anos mais tarde foram morar na Índia. Seu pai nunca conseguiu se firmar nos serviços devido sua forte personalidade, mas há 3 meses abandonou sua filha, por causa da vergonha que sentia. Vergonha de não conseguir dinheiro nem pra comprar comida, ficar dependendo do dinheiro de quem deveria ser sustentada por ele.
Gaya é branca como leite, pele macia e bem cuidada, apesar de sua condição financeira; tem os cabelos pretos bem compridos, sedosos e indo terminar na metade das costas, olhos verdes, medindo 1,68m. As curvas de seu corpo, combinadas com a beleza de seu rosto a tornavam uma mulher muito atraente e desejada.

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Capitalismo Socialista ou Socialismo Capitalista?

Uma breve reflexão sobre economia, mídia, política e governo. Os 4 têm uma relação muito forte entre si, mas as formas de relação entre eles não é a desejada pela sociedade atual. Utilizo esse espaço pra divagar sobre outras formas de essas relações acontecerem.
Acredito que o papel do governo é suprir algumas das necessidades da população, mas não as que se esperam atualmente, e que são sempre levantadas na época eleitoral. O governo, nas 3 esferas de poder: legislativo, judiciário e executivo; e em suas formas de constituição: federação, estado e município; deve fornecer saúde, educação e segurança pública à sociedade. Além disso, deve fazer as reformas estruturais, quando necessárias. Deve-se melhorar a forma como os impostos são recolhidos, favorecendo os mais necessitados, além de que, deve ser feita uma divisão mais igualitária dos recursos arrecadados. O governo deve, não gerar empregos, mas sim dar condições para que os empresários gerem empregos, ou que surjam novos empreendimentos.
Creio que a política deve ser totalmente modificada, seja nas regras eleitorais, seja na forma de punir os infratores. Acho válida a forma adotada no Brasil de antes da ditadura militar, onde se votava no presidente e no vice de forma separada, pois assim fica mais difícil de eles roubarem o dinheiro do povo, ou pelo menos mais fácil de vir a tona as falcatruas dos políticos. Acho que deveria voltar a forma de aliança, que força os partidos a terem uma aliança igual em todos os estados e municípios. Acredito que deva ser suspensa a impunidade parlamentar, que facilita para que nos roubem.
A mídia deve ser menos parcial, falar mais sobre as falcatruas dos políticos, sejam os governistas, sejam os opositores. Fugindo um pouco do tema proposto, acredito também que a mídia deve apelar menos às mulheres e homens semi-nus, entrevistas com pessoas que récem perderam seus parentes, ficar um mês somente falando sobre uma tragédia, enquanto os ladrões estão a solta e agindo livremente.
A economia deve ser um misto de capitalismo com o socialismo. Deve-se seguir o exemplo da Rússia de nivelar a população por baixo, mas não tão baixo quanto lá, e sim definir a classe média como parâmetro. Além disso, o governo deve ter suas empresas estatais somente pra suprir as necessidades aos quais ele é responsável, deixando o resto da economia ao setor privado, entretanto deve direcionar e controlar a criação de novas empresas para atender seus interesses e os da sociedade. Esse controle se dará na regularização das empresas perante o governo, que irá definir quais setores podem aumentar a oferta de serviços, levando em conta a formação de novos profissionais em universidades e cursos técnicos.
Com esse sonho utópico, a população será toda classe média, podendo subir ou descer de padrão de vida, tendo assegurados os direitos básicos, porém não perdendo a chance de criar um novo negócio, mesmo que essa chance seja controlada pelo governo e seus interesses.

Thoughts of a crazy person

This is the end, my old friend. The end of the trip we, mankind, used to call life. There's no light that can pass through the dark clouds of the sky. The shadows of Death are here to take you, unknow soldier, to a ride. You may die in the end of this night. Then, enjoy the rest of your life befo' it's too late, get high, talk to people about your feelings, make crazy things you would never do.
Don't be so stressed and be more tolerant, cuz life is so good. I know you feel blue, but you need to get the positive vibes that are around here in the desert, to not be just another dead body lost in the nowhere. If you found the luv of woman, the real luv, you may break the sadness, and all the darkness would go away as the light get down in the land.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Nostalgia Filosófica

São 2 da madrugada, a lua cheia, praticamente coberta pelas negras nuvens, ilumina precariamente a gélida noite de hoje. Umas poucas estrelas são encontradas na vastidão do céu de cor nebulosa, variando entre o roxo e o lilás. Eis uma prévia do que nos espera no dia de amanhã, feio, cinzento e mais frio que o dia de hoje, que está perto do seu final.
Estou, apesar do clima nada favorável, à toa pelas ruas do Ipanema, bebendo um vinho suave barato, daqueles de garrafa de plástico, sozinho no meio da Babilônia deserta, perdido em meus pensamentos. Penso em muitas coisas, no futuro, no amor, nos amigos que se foram, que estão indo, que estão distantes, mas mesmo assim estão próximos, pois as lembranças os mantêm junto de mim.
Minha mente voa longe, junto com as lembranças do tempo em que o bairro era calmo, que se podia andar tranqüilamente pelas ruas sem se preocupar com assaltos, com o trânsito, na época em que eu jogava futebol no meio da rua com os meus amigos, as festas, invadir a casa do vizinho pra comer pitanga, cereja, nozes, jabuticaba e destruir o campinho de futebol dele. O velho seu Jaime ficava muito de cara com a gurizada e com razão.
Se eu pudesse, voltaria no tempo, pra curtir muito mais do que eu curti aqueles dias inesquecíveis. Mas que se foda isso, temos que, recordar o passado sim, mas viver o presente projetando o futuro, porque, como diz uma música do Cazuza, o tempo não pára. Um dia, há muito tempo atrás, concluí que a vida é um ônibus e que nós entramos nele no momento que nascemos e estamos nele até o momento de nossa morte, sem paradas pra nada, e o pior é que cada vez temos mais compromissos e menos tempo pra realizar tudo que desejamos ou devemos fazer no dia-dia.

Um louco na multidão

Uma luz no meio da escuridão, é tudo que procuro, único consolo para minha situação caótica. Sou apenas mais um louco no meio dessa multidão de anônimos, muitos interessantes e que tem algo a acrescentar, e lorpas pseudo-intelectuais famosos, cujas fotos estampam capas de Caras e afins. Sou um pacifista, um rebelde, sou vários em um e um em muitos. Sou tudo e sou nada, sou um paradoxo complexo e mutante, podendo te amar hoje e te odiar amanhã, sem motivos racionais.
Apesar de ser um conjunto de antíteses, tenho alguns princípios imutáveis, como o amor da família, dos amigos de fé, de uma mulher especial e os valores que me fizeram assim e me acompanharão pra todo o sempre, dure ele o tempo que for.
Esse texto é o reflexo da minha complexidade como ser membro da raça humana, já que no mesmo realidade e ficção se misturam e se tornam uma só, alternando entre Caique, o lado mais centrado, e Jupiter, o lado louco de mim. Há outros tantos, cujos nomes não sei ainda ou são os mesmos já citado, sendo que no fim são todos um só, imprevisível.
Tenho muitas qualidades, defeitos, problemas e muita motivação pra fazer o que eu considero o bem, a minha verdade. Creio ser uma pessoa mais pra bem do que pra mal, que se corre atrás do que deseja.
Essa é uma pequena descrição um tanto quanto fantasiosa de um apenas mais um louco no meio da multidão de anônimos interessantes e pseudo-intelectuais famosos.