domingo, 21 de junho de 2009

As 7 pragas do mundo moderno

Dia desses tava conversando com um amigo, quando ele me sugeriu escrever sobre o crack(também conhecido como pedra ou brita). Na noite desse dia, antes de dormir, comecei a pensar no assunto, e lembrei das pragas que assolaram o Egito, na época em que mantinham judeus como escravos, passagem do Livro do Êxodo, Antigo Testamento da Bíblia Sagrada. Pensei nas pragas, mas não me lembrei delas; decidi listar, na minha humilde opinião, quais seriam as 7 pragas do mundo moderno, seguindo a ideia das 7 maravilhas do mundo; daí surgiu a ideia de escrever esse texto.
Primeiro listarei as pragas citadas na Bíblia.
  1. As Águas Corrompidas;
  2. As Rãs;
  3. Os Mosquitos;
  4. As Moscas;
  5. Mortandade do Gado;
  6. As Úlceras;
  7. A Saraiva;
  8. Os Gafanhotos;
  9. As Trevas;
  10. O Assassino dos Primogénitos.

As pragas do mundo moderno são menores em quantidade, mas igualmente devastadoras. São elas:

  1. Sal: o sal é uma especiaria que, por muito tempo foi usada para conservar os alimentos, mas que hoje em dia pode-se considerar uma praga devido aos malefícios causados ao coração, nas pessoas com problemas cardíacos;
  2. Açúcar: outra especiaria, muito utilizada nos dias atuais, influencia numa doença muito séria, o diabetes;
  3. Cocaína: o 3º dos pós brancos que fazem mal à saúde. Uma droga viciante que deixa o usuário euforico enquanto a droga faz efeito, depois deixa a pessoa deprimida. Além disso, ela deixa a pessoa "imune" ao álcool e "acelerada". Nesses casos, a pessoa caminha distância enormes sem sentir cansaço, o coração bate mais rápido, a pessoa bebe mais pra ficar bêbada. Há inúmeros registros de pessoas que faleceram de overdose, como Elis Regina;
  4. AIDS: uma das doenças que mais mata no mundo, com cerca de 25 milhões de pessoas. É uma doença que não se nota os sintomas, sendo qualquer pessoa um possível infeccionado. Ela é transmitida principalmente pelo sexo sem proteção, por isso a necessidade de se usar camisinha, e transfusão de sangue, principalmente entre viciados em heróina. Pessoas famosas que faleceram devido essa doença: Cazuza, Renato Russo, Eazy-E, entre outros que são portadores do vírus e continuam vivos, como Magic Johnson;
  5. Álcool: Uma das drogas lícitas aqui no Brasil, responsável por muitos problemas, como violência doméstica (sexual) contra crianças e mulheres, cirrose hepática, acidentes de trânsito, alcoolismo. Nem preciso falar muito sobre isso, tem notícia na tv toda hora;
  6. Cigarro: Outra droga lícita aqui no país, causa vários problemas pra saúde como enfizema pulmonar, câncer de: boca, esôfago, pulmão, etc; impotência sexual; deixa os dentes amarelados, "tira" o gosto da comida (quando a pessoa para de fumar têm tendência a engordar pois sente muito mais o gosto dos alimentos);
  7. Crack: o crack, também conhecido como "pedra" ou "brita", entre outros nomes que não sei quais são, é uma das piores drogas que existem atualmente. "Quem beija a lata,tá fudido" é o que dizem sobre quem usa a droga pela primeira vez, já que ela vicia muito facilmente; normalmente usa-se uma lata de refri ou ceva pra fumar pedra. Quem quiser ter uma ideia sobre os efeitos da pedra, se é que já não viu pessoalmente nas ruas, é assistir o clip da música "Mágico de Oz" do Racionais Mc's. Diferentemente de outras drogas, a pedra não pode se dizer "droga de rico" ou "droga de pobre", pois é barata e pessoas de quaisquer classes socias a usam. Muitas pessoas não morrem pelo crack, mas sim por assaltos, que são necessários para sustentar o vício (a pessoa vende tudo que tem, daí parte pro roubo).

segunda-feira, 15 de junho de 2009

O Conto e a Chuva

Estava deitado, observando a chuva bem fraquinha que caia lá fora. Via a água batendo na vidraça, o céu cinza, carregado. Os galhos das árvores balançam freneticamente, devido a força do vento. Essa cena me agrada, porque me faz pensar em uma parecida que eu vi dentro de mim.
Se eu pudesse descrever o que passei, ou minha alma passou, em forma de paisagem, seria algo mais ou menos assim. Talvez a chuva não fosse fraca, mas sim um temporal sinistro. Tudo por causa de um amor perdido, junto com uma amizade...Quer dizer, amizade eu não perdi porque se ele fez isso comigo, provou que não é/era meu amigo e não merece meu respeito.
Ela, bem, ela é um caso à parte. Não a culpo pelo que aconteceu, talvez eu, no lugar dela, tivesse feito o mesmo, afinal não fui um namorado/marido exemplar. Ela também não é/foi uma santa, mas muitas vezes não merecia o tratamento que dispensava à ela, era infiel, rude. As vezes ela merecia, mas não na maioria das vezes.
Sofri muito por muito tempo, tanto que pensei em me matar muitas vezes, mas sempre "tive medo do outro lado da porta". Porém, felizmente, essa fase passou; aprendi a amar a vida, respeitar meus semelhantes, e não tão semelhantes assim como os cães e gatos, e a conviver em harmonia com Gaia, a mãe natureza. Redescobri o prazer de ver um pôr-do-sol lindo, como eu via na época do meu namoro, ou casamento já que viviamos juntos.
Demorei, no entanto aos poucos fui recuperando a alegria de viver, que só foi possível passando um tempo longe e com a ajuda dos amigos, que ficaram do meu lado nesse momento terrível. Definitivamente o mar é uma terapia; mesmo só de olhar as ondas virem quebrar na beira eu já atingi uma paz de espírito que fazia tempos que não sabia o que era.
Foi a cena da chuva fraca caindo, no céu cinzento, com os galhos balançando devido ao vento, deitado na minha cama e com o caderno na mão, que me fez escrever esse conto.