sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Poeta Louco

Como uma serpente
Com minha língua venenosa
Rimar é meu presente
Pois até do concreto nasce uma rosa

Esse é o dom que querem ocultar
A Babilônia é assim
De tudo vão tentar
Pra te calar; o seu fim

Não podem calar minha voz
Ou atitude
Nem nenhum de nós
É a vez da juventude

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