Seus dedos gélidos de serpente
Percorrem meu corpo
Arrepios provocam em minha pele quente
Sua mão ossuda
Esconderijos descobre
Atalhos ao coração
suas unham minha carne trepassam
No meu sangue seu vêneno atinge
Nos tornamos um só
Na laringe sinto um nó
Entalado um pedaço de porco
Na garganta da serpente
Poema feito em homenagem ao site Garganta da Serpente
link: www.gargantadaserpente.com
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